Como as organizações se movimentam para sobreviver?

Dia desses, e conversando com uma pessoa que reclamava de uma empresa pela demora na entrega do que havia prometido, e para ajudar a que compreendesse a questão, perguntamos para ela sobre os motivos desta morosidade. Mas antes que iniciasse a responder, e para que tivesse um maior entendimento do problema, trouxemos um outro caso, sobre a lentidão dos serviços públicos. Depois de uma rápida análise, concordou que, no que se referia à rapidez do atendimento, o setor privado respondia mais prontamente, quando até serviu de consolo ao reclamante. Qual poderia ser então, num mesmo país, e que fala...

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O professor é o frentista

         Como é que alguém tem o despeito e o atrevimento de igualar o professor a um frentista? Como?             Realmente, o título é provocativo, e pode causar reações negativas. Contudo, permita-se investir algum tempo para seguir o curso do pensamento que construímos abaixo, para perceber um aspecto muito importante na relação entre estes dois importantes profissionais.             Todo aquele que escreve, escreve geralmente sobre o que vê e daquilo que percebe, ou sobre ‘’fatos e coisas’’ como resume Olavo de Carvalho; e todo aquele que fala, obviamente também se manifesta sobre a sua realidade, presente ou pretérita, defendendo...

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Mais um outro fruto da pandemia: os pelejadores da esperança

            Daqui, donde escrevemos, e estamos em Alvorada, e que é uma cidade da periferia da capital gaúcha Porto Alegre, trazemos uma ideia que faz tempo tilintava na cabeça. O tempo promovido por esta pandemia oportunizou-nos escrever algumas linhas sobre este assunto, quando então, destarte, resolvemos retirar do pensamento e aprisionar nos limites deste texto, para a apreciação e crítica públicas. Vamos lá, então.             A nossa cidade, já desde antes de sua constituição político-administrativa em 1965 e quando lá se chamava Passo do Feijó, sempre tinha abastecido as demandas do seu grande e rico município vizinho, entregando produtos...

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A EDUCAÇÃO FÍSICA E A PANDEMIA DO COVID19 – MEXA-SE!!!

O mundo mudou, o nosso “normal” mudou. Agora, usamos máscaras e não se trata de um baile, tampouco brincadeira de polícia e ladrão. Então, tivemos que nos adaptar, mudar os nossos hábitos cotidianos, como: lavar as mãos e usar álcool em gel, deixar os sapatos na porta de casa e cuidar onde tocamos, deixar de abraçar os avós, os familiares, os amigos, as pessoas que amamos com a finalidade de manter o “distanciamento social”. Esta palavra que ficou muito presente nas manchetes de jornais pelo mundo, mas nosso corpo e a nossa mente não podem parar, devem tentar se...

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Da auto-sabotagem para o renascimento

          Existe uma piada conhecida e de gosto muito duvidoso, e que nos incomoda sempre que a temos de ouvir, pois não fala bem de nós, os brasileiros. E novamente agora nos aborrece a falar dela, mas se for melhor compreendida, vale o sacrifício, pois bem pode ajudar a minimizar o estigma negativo que temos de nós mesmos, bem como daqueles que nos atribuem a pecha.             O relato da história, é mais ou menos a seguinte: muito tempo depois da criação do mundo, vieram os americanos a questionar Deus porque tinham de levar uma vida sofrida, com seus jovens sendo levados para tudo que é guerra; os japoneses, que deviam sofrer com tufões e terremotos; os russos, devendo passar frio; os chineses, devendo trabalhar muito e ganhar miseravelmente pouco, … E por último, e porque os brasileiros ficaram quietos, não reclamarando, perguntaram para Deus o motivo, quando lhes devolveu: ‘É verdade, lá não tem problemas, mas olhe o povinho que mora lá!’’             Esta pilhéria de mau gosto, é um acinte, um menosprezo para todos nós que trabalhamos e realmente nos esforçamos para manter o pão-nosso-de-cada dia, e que laboriosamente ainda mantemos este país de pé. E se permanecermos em silêncio, nos auto-sabotamos, concordando com aquilo que ouvimos, e nos atribuem. E não concordando com esta piada, escrevemos estas linhas para incentivar a outros a se levantarem para combater...

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A FILOSOFIA O CONFINAMENTO E AS REDES SOCIAIS

Ao longo dos séculos a filosofia sempre foi um motivo de felicidade ou ódio por parte da humanidade, não havia meio termo. Isso porque uma ciência que nos desconforta e nos faz refletir sobre nossas questões mais interiores e que nos faz questionar nossas certezas para que possamos justamente saber se são certezas ou não, sempre foi um campo minado para o ser humano. Esta é a mesma razão de nossa resistência a aceitar um tratamento psicológico quando necessário, pois nosso psicólogo é pago para nos confrontar com o que já sabemos que está errado em nossa caminhada rumo...

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ERASMO DE ROTTERDAM E A LOUCURA DA PANDEMIA

  Erasmo de Rotterdam – um teólogo e filósofo humanista neerlandês, e que viveu entre os anos em 1466 a 1536, portanto em plena Idade Média, através de suas manifestações – denunciava as esquisitices da Igreja, já que apresentava muitas dificuldades ao povo, cujo relatório de algumas delas podem ser encontradas em O Elogio da Loucura. O livro é coberto de sátiras, algumas até hilárias, quando se percebe a hipocrisia e os desmandos do poder em questão, comparando-se a lucidez com a loucura. De poucas páginas e sendo fácil de ser encontrado, ele é também de boa leitura.             Encontramo-nos, hoje,...

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DO CONFLITO PARA A INSTALAÇÃO DA PAZ

‘’Se você se acha muito pequeno para fazer a diferença, você nunca esteve na cama com um mosquito’’ – Betty Reese             O Brasil constitui-se uma nação de cultura ocidental, e mais especificamente da tradição judaico-cristã, sendo que, e por isso, a base da maioria das ações ou a explicação do que realizamos se encontra muito frequentemente embasada no Pentateuco judeu e/ou nos 66 livros compilados na Bíblia. Tentaremos, a partir deste fundamento, especialmente do cristão, esclarecer alguns aspectos a respeito da questão apresentada no título, ajudando a encontrar a paz logo terminado o embate entre as pessoas, para...

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A REAÇÃO À PANDEMIA

Desde 19 de março de 2020, a Instituição de Ensino São Marcos se encontra silenciosa. Decretada a proibição de aulas presenciais, em decorrência da pandemia Coronavirus Covid 19, o silêncio é um barulho pesado para aqueles que devem mantê-la em básico funcionamento: a algazarra inexistente dos alunos no intervalo agora traz passarinhos de vários tipos ao pátio solitário, inclusive até ouvindo-se um casal de pica-paus na sua matraca contra galhos ocos das árvores; a voz do professor, antes soberana, tem sido substituída pelo silêncio barulhento na memória daqueles que aqui se encontram; no ginásio, a cancha e os arquibancadas...

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ACREDITAR! COMO?

  Estamos vivendo a época da pandemia, um fato histórico na história da humanidade, e para todos nós, e que a vivenciamos na pele, tem deixado marcas que não vamos esquecer: máscaras no rosto, telejornais funerários, prisões de pessoas que descumprem as regras de isolamento, perda de emprego e postos de trabalho, perda do padrão de vida das pessoas, etc, etc. Estas situações são apenas umas das tantas que estão prejudicando, atrapalhando ou entristecendo os brasileiros, condição que sequer algum almejava.             Sem falar da pandemia, que hoje já apresenta com um grande problema a ser ultrapassado, das mortes,...

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